sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A MALDIÇÃO DOS MORTOS- VIVOS/ 1988


A Maldição dos Mortos-Vivos
Original: The Serpent and the Rainbow
Ano:1988•País:EUA
Direção:Wes Craven
Roteiro:Wade Davis, Richard Maxwell, Adam Rodman
Produção:Doug Claybourne, David Ladd
Elenco:Bill Pullman, Cathy Tyson, Zakes Mokae, Paul Winfield, Brent Jennings, Conrad Roberts, Badja Djola, Theresa Merritt, Michael Gough, Paul Guilfoyle, Dey Young


Nas lendas vodus, a serpente é o símbolo da terra. O arco-íris é o símbolo do céu. Entre um e outro, todos os seres devem viver e morrer. Mas por ter alma, o homem pode ser aprisionado em um lugar terrível em que a morte é apenas o começo.
Wes Craven é um daqueles diretores cujo nome sempre é lembrado quando o assunto é cinema de horror. Apesar que curiosamente tanto ele quanto Tobe Hooper, outro cineasta da mesma geração, iniciaram as carreiras no início da década de 70 com filmes violentos, perturbadores e muito cultuados até hoje, e ainda assim ambos possuem uma filmografia bastante irregular. Hooper dirigiu O Massacre da Serra Elétrica em 73 e Eaten Alive três anos depois, já Craven é o responsável por filmes como Aniversário Macabro (72) e Quadrilha de Sádicos (77), além do famoso A Hora do Pesadelo (84), o início da saga de Freddy Krueger, e da conhecida franquia de horror adolescente Pânico, iniciada em 96, investindo na tradicional história do psicopata assassino mascarado. Mas, ao longo de suas carreiras, os dois fizeram vários filmes de qualidade duvidosa que acabaram caracterizando suas imagens como cineastas de altos e baixos, deixando os fãs sempre receosos e apreensivos quando é anunciado algum novo trabalho deles.
Entre a parte memorável da carreira de Wes Craven, destaca-se um filme produzido no final dos anos 80 abordando de forma diferente a sempre interessante temática dos zumbis, mesclando elementos sobrenaturais com fatos baseados na realidade, através das misteriosas práticas de vodu no Haiti, um país pobre da América Central, localizado na região das Antilhas, e que teve colonização francesa. O resultado disso pode ser conferido em A Maldição dos Mortos-Vivos, cujo nome nacional escolhido é bem oportunista e comercial, ao contrário do título em inglês que é The Serpent and the Rainbow, ou A Serpente e o Arco-Íris, com a origem desse nome sendo muito bem explicada na introdução narrada do filme, e que a título de ilustração está reproduzida no topo desta análise.


Baseada em fatos reais, a história se inicia em 1978 no Haiti, uma terra conhecida pela prática de vodu, mostrando um homem diagnosticado como morto pela medicina e sendo enterrado. Depois ocorre um salto no tempo para 1985 numa região na bacia amazônica próxima ao Rio Negro, onde o antropólogo americano Dr. Dennis Alan (Bill Pullman), está fazendo uma perigosa expedição botânica, tendo contato com índios locais e experimentando fortes drogas alucinógenas.
De volta aos Estados Unidos, em Boston, ele recebe uma tentadora proposta para fazer uma viagem ao Haiti, a serviço de uma grande empresa farmacêutica chamada Biocorp, dirigida pelo Dr. Andrew Cassedy (Paul Guilfoyle), com o objetivo de investigar um fato extremamente curioso: a existência de evidências sobre um homem chamado Christophe Duran (Conrad Roberts), que havia morrido e sido enterrado há sete anos, e que estava novamente andando entre os vivos, como se fosse um zumbi.


Ao chegar no Haiti, o Dr. Alan entra em contato com um país com um regime político ditatorial, sentindo uma revolução no ar que poderia estourar a qualquer momento. Com a ajuda da psiquiatra Dra. Marielle Duchamp (Cathy Tyson), que trabalha num asilo para doentes mentais interessado nas verbas da empresa americana, o pesquisador inicia uma investigação sobre o caso, encontrando e entrevistando Christophe, o homem que fora enterrado vivo anos atrás, entrando em contato com seitas religiosas que praticam o vodu, conhecendo um importante sacerdote, Lucien Celine (Paul Winfield), que também dirige uma boate para turistas, e tendo pesadelos estranhos em verdadeiros delírios oníricos. Além disso tudo, ele acabou descobrindo também um poderoso composto químico utilizado como analgésico que é capaz de simular a morte de uma pessoa, paralisando seus movimentos mas mantendo a consciência, conhecendo e fazendo amizade com um homem que fabrica esse veneno, Louis Mozart (Brent Jennings). O pó químico é uma mistura de vários componentes exóticos com rituais de magia negra e demora três dias e três noites para ser concluído. Mas o maior problema enfrentado pelo americano foi se envolver de forma extremamente perigosa com a polícia secreta do autoritário governo haitiano, comandada pelo violento Dargent Peytraud (Zakes Mokae), que também utiliza o vodu como arma ao seu favor.
No Haiti existe uma intensa turbulência política, com o povo vivendo oprimido sob um regime de ditadura que instaurou o caos social, e o trabalho do cientista americano inevitavelmente acabou incomodando certos interesses do poder, sendo perseguido por suas descobertas, e sentindo na pele a tirania da polícia local, com direito a uma sessão de tortura e até a ser enterrado vivo, sob o efeito de uma poderosa droga que dá a impressão de se estar morto, ludibriando os próprios médicos. Lutando por sua vida, o Dr. Alan precisará discernir o que é ciência do que é superstição ou sobrenatural, enfrentando mistérios desconhecidos num país vivendo sob um sufocante totalitarismo e onde magia negra é uma atividade comum.


A Maldição dos Mortos-Vivos pode ser considerado um filme dentro do sub-gênero zumbis, mas apresenta elementos que o diferem da maioria das produções sobre mortos-vivos, principalmente aquelas com mortos putrefatos canibais à procura do cérebro e da carne macia e fresca dos vivos. O filme de Wes Craven utiliza uma ideia central baseada em fatos reais (do livro de Wade Davis), sobre a desagradável experiência de um cientista americano enterrado vivo e descobrindo um pó químico capaz de simular a morte, mesclando a história com elementos sobrenaturais retirados de lendas locais sobre vodu, além de aproveitar também a oportunidade para fazer uma interessante crítica social contra o regime de ditadura do Haiti. O resultado é que não é um filme de mortos-vivos sedentos de sangue e famintos por carne, mas um abordando questões sobre magia negra, um misterioso composto químico capaz de matar temporariamente uma pessoa, a horrível sensação de ser enterrado vivo, e o desconfortável sentimento de se viver num país pobre e sem liberdade política, em condições encontradas em vários lugares do mundo.
Algumas cenas de destaque são as experiências de surrealismo vividas pelo antropólogo Dennis Alan em terríveis pesadelos onde ele se vê puxado para dentro da terra por mãos ameaçadoras, vendo animais selvagens e criaturas podres, além da sensação angustiante de ser colocado num caixão de madeira e enterrado vivo, consciente de tudo que está acontecendo e não podendo fazer nada até o término do efeito de uma droga poderosa, constatando depois que gritos desesperados são insuficientes para salvá-lo debaixo da terra.


Curiosamente, vale a pena citar a tagline oficial do filme, bastante sonora, Don’t bury me…I’m not dead! ou Não me enterrem… Eu não estou morto!, enfatizando a ideia central da história em explorar o terrível medo de sermos sepultados vivos, o que certamente é uma das situações mais desesperadoras que um ser humano pode enfrentar. Basta tentar imaginar o sofrimento intenso e sentimento sufocante de claustrofobia de alguém preso num caixão escuro embaixo da terra, apertado, gritando, se debatendo violentamente, tentando sair de qualquer jeito em busca de ar puro, e principalmente, morrendo lentamente por não conseguir se libertar. Algumas palavras do pesquisador Dennis Alan, que sentiu na pele essa experiência macabra, reforçam a ideia de horror de ser enterrado vivo e envenenado por um composto químico misterioso que age como um forte anestésico de efeito temporário:
Um homem saberia tudo o que está acontecendo o tempo inteiro, ouviria, veria, talvez até sentiria, pensaria, mas nada se pode fazer. A pessoa fica lá parecendo morta e enterrada. Só que estaria com vida. E é bom recordar, os testes revelaram que o efeito do pó passa após umas doze horas, deixando as vítimas completamente normais de novo, só que estão uns dois metros solo abaixo em total escuridão, se debatendo e gritando, mas ninguém para escutar.
O pó zumbi e seu ingrediente ativo, tetrodotoxina, estão atualmente sob estudo científico intenso tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. Até esta data, o seu modo de ação continua um mistério.

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A Maldição dos Mortos-Vivos (1988)

terça-feira, 1 de agosto de 2017

DISCOGRAFIA ADELE

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Adele Laurie Blue Adkins, mais conhecida como Adele apenas é uma cantora e compositora inglesa nascida em 05 de maio de 1988, em Tottenham, que está fazendo um incrível sucesso em várias partes do mundo.
A cantora foi a primeira a receber o prêmio Critics' Choice do BRIT Awards, além de ser considerada pela BBC "artista revelação", em 2008. Agregando ao hall de prêmios da inglesa, incluem-se também um Grammy Awards na categoria "Artista Revelação" e outro em "Melhor Vocal Pop Feminino".
Cantando desde os 4 anos, iniciou sua carreira em 2006 e teve o lançamento de seu primeiro CD aconteceu apenas em 2008. O álbum intitulado 19 é considerado por muitos um material repleto de faixas tristes, sendo que cada uma delas foi escrita com pelo menos 5 garrafas de vinho. Além disso, o CD recebeu 4 discos de platina no Reino Unido.
Em 2008, sua carreira entrou em ascensão ao ganhar exposição nos Estados Unidos após uma apresentação no programa "Saturday Night Live".
O seu segundo álbum, lançado no ano de 2011 se chama 21 e foi considerado o número um do UK Album Chart e na Billboard 200.


Adele cantou a canção "Someone Like You" no BRIT Awards 2011, fazendo com que permanecesse por cerca de 4 semanas no top do Reino Unido, conquistando o posto de primeira artista a alcançar o topo do UK Album Chart e do UK Singles Chart ao mesmo tempo, fato somente visto antes pela maior banda mundias, The Beatles, em 1964. Além disso, também permaneceu por 11 semanas consecutivas como álbum mais vendido do Reino Unido, batendo até mesmo o recorde da cantora Madonna, que se manteve em 9.
Seus maiores singles são "Hometown Glory", canção criada aos 16 anos a respeito da cidade em qu estava morando, West Norwood; Chasing Pavements, de 2008; Rolling in The Deep e Someone Like You, ambos de 2011.
Uma curiosidade é que Adele estudou na Universidade Britânica de Arte e Tecnologia, assim como aclamadas cantoras como Kate Nash, Jessie J, Amy Winehouse, entre outras.


domingo, 30 de julho de 2017

USHER DISCOGRAFIA

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Usher, (1978) é um cantor e dançarino norte americano, considerado a maior expressão no R&B. Desenvolve outros estilos musicais como Dance Music, o Hip Hop e a Black Music. A música “OMG” é um dos seus principais sucessos.
Usher Terry Raymond (1978) nasceu em Dallas, Texas, Estados unidos, no dia 14 de outubro de 1978. Seu ambiente musical foi a música Gospel. Foi descoberto por um produtor da gravadora La Face, quando tinha apenas 14 anos. O executivo da gravadora, La Reid, acabou contratando o jovem cantor.
Em 1994, lançou o single “Think Of You”, que foi grande sucesso nos EUA. Gravou um jingle da Coca-Cola e faz parte da trilha sonora do filme “A Face da Verdade”. Tentou a carreira como ator em programas de televisão e filmes como em “The Faculty”, de 1998, voltado para o público adolescente. Porém, só iria encontrar o sucesso como cantor.
A fama só viria nos fins dos anos 90, com o lançamento de seu álbum “My Way”, que teve Hits como “Nice and Slow”, que chegou ao número 1 da Billboard Hot 100, feito a se repetir com o lançamento do álbum “8707”. Este último, com as músicas “U Remind Me” e “U Got It Bad”. Esses trabalhos praticamente colocaram Usher em evidência no mercado musical como o Rei do gênero R&B- Rhythm and Blues, ritmo que surgiu nos anos 40, mas modificou-se com o tempo através de influências diversas como o Rock, Pop, Blues, Soul e Funk.
Em 2004, vendeu 10 milhões de cópias nos EUA, e 20 milhões pelo resto do mundo com o se sucesso “Confessions”, que ganhou a certificação de diamante pela RIAA- Recording Industry Association of American. Além disso, Usher detém marcas como o de ter 4 singles consecutivos nas paradas da Billboard Hot 100, com “Yeah!”, “Burn”, “Confessions Part II” e “My Boo”.
Em 2008, seu disco vendeu cinco milhões de cópias, e o seu single “Love In This Club” chega ao n°1 da Billboard Hot 100.
Com “Raymond v. Raymond”, consegue outra marca difícil de ser alcançada por outros músicos: a 3° vez consecutiva em 1° lugar nas paradas de sucesso da Billboard 200. Este trabalho resultou no Hit “OMG”, que ficou em primeiro lugar nas paradas e foi grande sucesso.
Mas os prêmios chegaram também através do Grammy, no total de sete. Além disso, possui 22 Billboards Music Awards, 4 World Music Awards e 6 American Music Awards.
Usher é considerado pelas revistas especializadas dos EUA um dos 10 artistas mais bem sucedidos dos anos 2000, fazendo do cantor, a maior expressão do R&B nos últimos tempos.

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DISCOGRAFIA

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Usher (1994)

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DISCOGRAFIA THE WANTED

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The Wanted foi uma boy band britânica/irlandesa formada em Londres, Inglaterra. A banda era composta por Max George, Siva Kaneswaran, Jay McGuiness, Tom Parker e Nathan Sykes. Seu álbum de estreia, The Wanted foi lançado em 25 de outubro de 2010 e chegou à 4ª posição no Reino Unido. O álbum teve três singles top 20 do Reino Unido. O primeiro deles, "All Time Low", atingiu o topo das paradas do país, enquanto "Heart Vacancy" e "Lose My Mind" chegaram ao 2º e ao 19º lugares, respectivamente. O álbum recebeu o certificado de platina. A partir de 2012, o grupo entrou no mercado norte-americano, com o single "Glad You Came", que vendeu três milhões de cópias nos Estados Unidos, alcançando a terceira posição da Billboard Hot 100, enquanto "Chasing the Sun" atingiu o primeiro lugar na Hot Dance Club Songs. A banda se separou por tempo indeterminado, e está assim desde 22 de janeiro de 2014 alegando que vão se dedicar a projetos pessoais.

História


2009-10: Formação e o álbum The Wanted

A banda foi formada no início de 2009 através de grandes testes realizados no Reino Unido e na Irlanda, por Jayne Collins, responsável também por unir o grupo The Saturdays. Logo que os testes terminaram, começou o trabalho no álbum de estreia do grupo, The Wanted. Os produtores responsáveis pelo álbum foram Guy Chambers, Taio Cruz e Steve Mac. O primeiro single do álbum - e também o single de estreia da banda -, "All Time Low", se tornou um sucesso repentino no Reino Unido, conseguindo a primeira posição do UK Singles Chart.Além disso, "All Time Low", permaneceu no Top 40 por 17 semanas, tornando-se o primeiro grande hit da banda. O segundo single do álbum, "Heart Vacancy" foi lançado em 17 de outubro de 2010 e, mais tarde, atingiu a segunda posição do Reino Unido. Após o lançamento do segundo single, a banda lançou também o álbum - que alcançou apenas a quarta posição entre os álbuns britânicos.Para tentar um terceiro grande hit, a banda apresentou o 3º "single" do álbum pela primeira vez no X-Factor - mas "Lose My Mind" só conseguiu ficar na 19ª posição do UK Singles Chart. Logo anunciaram a turnê Behind Bars Tour.



2011-2012: Battleground

Em janeiro de 2011 a banda britânica anunciou que estava começando a trabalhar no seu segundo álbum de estúdio, onde voltaram a trabalhar com Steve Macdonald. O primeiro single do segundo álbum de estúdio, "Gold Forever", foi lançado em 13 de março de 2011. O single não obteve o mesmo sucesso do primeiro single da carreira da banda, ficando na terceira posição da UK Singles Charts, atrás dos singles "Don't Hold Your Breath" de Nicole Scherzinger em primeiro e "Someone Like You" de Adele em segundo. Mas as coisas começaram a mudar com o lançamento do segundo single do álbum, "Glad You Came". A música estreou na primeira posição do iTunes do Reino Unido, além de ter ficado duas semanas em primeiro lugar na UK Singles Charts e posteriormente permanecendo por dezesseis semanas entre as primeiras posições das paradas britânicas, se tornando o maior hit da banda. A música se tornou tão famosa que foi lançada praticamente em todo o mundo, ficando em ótimas posições na Irlanda e Austrália. O terceiro single, "Lightning", teve sua data de lançamento no dia 16 de Outubro de 2011 que alcançou o nº 2 no Reino Unido e o nº 5, na Irlanda. No dia 12 de fevereiro de 2011, Tom Parker anunciou o título do segundo álbum de estúdio da banda através de sua página do twitter, sendo ele chamado de Battleground. Em 7 de novembro de 2011, Battleground foi lançado no Reino Unido. Ele estreou em nº 5 no Reino Unido e nº 4 na Irlanda. O quarto single, "Warzone" foi lançado em 26 de dezembro de 2011 com o videoclipe.
Além de shows no Reino Unido, incluindo T7 on the snow, V Festival e iTunes Festival, o grupo apoiou o cantor canadense Justin Bieber no Brasil nos dias 8 e 9 de outubro e também apoiou Britney Spears em sua turnê Femme Fatale Tour no Manchester Evening News Arena no dia 6 de novembro. Em 9 de novembro de 2011, foi revelado pelo grupo que eles estavam planejando relançar o álbum, incluindo uma nova faixa escrita por Example chamado "Chasing the Sun".
Em 22 de maio de 2012, o The Wanted abriu e performou no primeiro concerto Springle Ball da Q102 tocando "All Time Low", "Lightning", "Chasing the Sun", e "Glad You Came". Outros astros também performaram naquela noite incluindo Cody Simpson, Austin Mahone, Chiddy Bang, Chris Renee, Hot Chelle Rae, Carly Rae Jepsen, Enrique, Train, e Flo Rida que fechou o show.
Em 14 de junho de 2012, eles realizaram um concerto no Teatro Beacon em Nova York que também foi transmitido ao vivo na estação de televisão musical FUSE; Taio Cruz também se apresentou no show.



2012-2013: Word of Mouth e The Wanted Life

O grupo começou a trabalhar em seu terceiro álbum de estúdio, no final de 2011. Em agosto de 2012, a banda filmou um vídeo da música em Los Angeles, supostamente para o seu novo single, "I Found You". No entanto, quando o vídeo de "I Found You", foi lançado em novembro de 2012, um vídeo diferente foi revelado. A banda revelou mais tarde que o vídeo filmado em Los Angeles seria para um outro single ainda não divulgado. "I Found You" foi lançado em 5 de novembro de 2012 como o segundo single do álbum.
A banda também colaborou com o rapper Dapp em uma faixa intitulada "Bring It Home" bem como canções do duo electropop LMFAO, Pitbull, Chris Brown e da cantora de R&B Rita Ora no próximo álbum.
Em novembro de 2012, a banda revelou que a data do álbum foi mudada de 3 de dezembro de 2012 para março de 2013, a seu pedido, eles alegaram que a razão por trás disso era aperfeiçoar o álbum, e ajustar um pouco as inseguranças que envolvem certas faixas.
No início de fevereiro de 2013, foi anunciado que o The Wanted iria estrelar seu próprio reality show chamado The Wanted Life que fez sua estreia internacional no Outono de 2013 nos Estados Unidos. O show foi produzido por Ryan Seacrest. Nos Estados Unidos, ele foi definido para estrear no E! em 2 de junho de 2013. Em abril de 2013, a banda anunciou o lançamento do terceiro single de seu terceiro álbum, intitulado "Walks Like Rihanna", em homenagem a cantora Rihanna. No videoclipe, o grupo faz paródia aos clipes de Backstreet Boys, 'N Sync e Take That. O single foi lançado em 23 de junho de 2013.
Em 22 de julho, o grupo anunciou que o título do novo álbum será Word of Mouth e a data do lançamento será em 4 de novembro de 2013. O novo single, "We Own the Night", chegou nas rádios estrangeiras em agosto.



2014: Hiato

Por meio de seu site oficial, a banda divulgou uma nota anunciando que a turnê “Word of Mouth Tour” será a última "por um tempo".



DISCOGRAFIA

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[2010] The Wanted 

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[2011] Battleground 

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[2012] The Wanted [EP] 

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2013] Word Of Mouth

DISCOGRAFIA LANA DEL REY


Elizabeth Woolridge Grant, mais conhecida por Lana Del Rey, nasceu no dia 21 de junho de 1985 em Nova York nos EUA. A carreira musical da cantora e compositora e modelo teve início em 2005, quando ela gravou, mas não lançou, o álbum "Sirens", quando ela usava o pseudônimo May Jailer. Foi só em 2011, quando o vídeo de "Video Games" se tornou viral, que ela finalmente começou a conhecer o sucesso.
Lana ganhou ainda mais atenção após lançar o álbum, "Born to Die", de 2012, que ficou em segundo lugar nas paradas e foi o quinto álbum mais bem vendido daquele ano com cerca de 3 milhões e 400 mil cópias comercializadas (nesse momento, ele já superou os 5 milhões). Ela também se destacou na parada de singles americana, com o remix de "Summertime Sadness", produzido por Cedric Gervais, que chegou no sexto lugar do top 100 da Billboard.
O EP "Paradise (2012), garantiu à cantora sua primeira indicação ao Grammy (como melhor álbum pop vocal - ela perdeu para "Unurthodox Jukebox" de Bruno Mars). Três musicas deste EP, também fizeram parte do seu curta "Tropico", lançado em dezembro de 2013. 
No ano seguinte, Del Rey lançou "Ultraviolence". O segundo álbum de estúdio pós sucesso recebeu criticas positivas e teve boa recepção comercial, sendo o primeiro de sua carreira a chegar ao número 1 nos Estados Unidos. 
Após a tour norte americana, que teve shows de abertura de Courtney Love e Grimes, em 2015, Lana lançou "Honeymoon", que também foi bem recebido tanto comercialmente quanto por parte da crítica especializada. Este também foi o quarto disco mais vendido na sua primeira semana por um artista feminina daquele ano e fez dela a cantora mais popular nas plataformas de streaming musical de 2015. 
A música de Lana Del Rey é marcada por um estilo que pode ser descrito como cinematográfico. A tragédia romântica e a melancolia, estão entre seus temos favoritos, assim como as referências à cultura pop, principalmente aquelas das décadas de 1950 e 1960 na América.

YOUNG LIKE ME/QUIET NOW


Young Like Me com o título alternativo Rock Me Stable , Às vezes chamado Quiet Now é um EP inédito por Lana Del Rey . Foi criado em 2005 e foi registrado no catálogo de direitos autorais dos EUA em 25 de abril de 2005. É descrito como um CD e contém demos gravadas por Del Rey em torno do mesmo tempo que a escrita de Sirens. Listados-se que o CD contém sete músicas que vazaram junto com o conteúdo From The End em 29 de janeiro de 2014, sob o título não oficial Quiet Now.



FROM THE END


From the End é um álbum / EP inédito de Lana Del Rey . Foi criado em 2005 e foi registrado no catálogo de direitos autorais dos EUA em 13 de dezembro de 2005. É descrito como um CD e contém demos gravadas por Del Rey em torno do mesmo tempo que a escrita de Sirens e inclui faixas do álbum, como “Out With a Bang“e “Bad Disease“. O CD vazou ao lado o conteúdo do Young Like Me em 29 de Janeiro de 2014.


SIRENS


Sirens é um inédito álbum demo pela cantora e compositora americana Lana Del Rey , sob o pseudônimo de May Jailer. Foi gravado em 2005. O álbum inteiro foi divulgada através do YouTube em Maio de 2012. 
O álbum vazou em maio de 2012, depois de muita especulação para o seu conteúdo por fãs meses antes. O álbum recebeu críticas positivas de críticos de música, mas recebeu críticas polarizadas de muitos fãs. Certas canções foram retirados dos EPs anteriores, Young Like Me e From the End.
Depois de aprender quatro acordes em violão, Del Rey assumiu o desafio de escrever tantas músicas com esses acordes quanto possível. O álbum foi o resultado de sua experimentação. Quase todas as músicas do álbum caem no mesmo intervalo, e muitas estão na mesma chave. Cada faixa é composta apenas de vocais e guitarra acústica de Del Rey, e muitas vezes se concentram em melodias arpejadas. O produtor do álbum permanece desconhecido.

KILL KILL


Kill Kill foi o primeiro EP digital de Lana Del Rey . Foi lançado em 21 de outubro de 2008, em EUA através da 5 Points Records sob o seu, em seguida, nome artístico de Lizzy Grant . As três músicas do EP viria a ser incluída em seu primeiro álbum de estúdio, Lana Del Ray , em 2010.

Single

“Kill Kill” (Faixa-título) foi apenas o único single do EP. Um videoclipe acompanhou a pista e foi publicado em 2008, mas a música nunca recebeu um lançamento individual, físico ou de rádio.


LANA DEL RAY AKA LIZZY GRANT


Lana Del Ray (às vezes chamado Lana Del Ray AKA Lizzy Grant , Nevada ou AKA entre outros) é o primeiro álbum de estúdio de Lana Del Rey. O álbum foi lançado digitalmente via iTunes Stores por 5 Points Records em 04 de janeiro de 2010 , sob o nome de Lana Del Ray.
Apesar de ser conhecida e promovida como Lizzy Grant antes do lançamento do álbum, Del Rey tornou-se insistente ela queria ir sob o nome de palco Lana Del Ray, levando o primeiro álbum a ser lançado como tal.”AKA Lizzy Grant” foi adicionado na capa do álbum para conectá-la com seu nome anterior. David Nichtern, que assinou-a a 5 Points Records , explicou que “a razão pela qual nós fizemos isso [o título do álbum] é porque as pessoas sabiam quem ela era e estávamos tentando cruzar-la”.
A liberação do álbum era digital, disponível de iTunes e de Amazon para ao redor $ 9.99 ou $ 0.99 para cada trilha. Devido à falta de financiamento para o álbum, no entanto, ele acabou sendo retirado das lojas online. De acordo com Kahne, Del Rey comprou os direitos de volta de seu rótulo como ela queria fora de circulação. Nichtern declarou: “Ela e seu novo produtor entraram e disseram:” Queremos tirar isso do mercado, vamos comprar um negócio completamente novo. Então fizemos um acordo de separação. ” Nenhum singles foi lançado do álbum, embora muitos home-made vídeos para músicas foram vazados.
Del Rey já declarou anteriormente o desejo de re-lançar o álbum, mas em de Maio de 2012 , ela anunciou que não havia nada planejado. Se o álbum fosse re-lançado, Nichtern explicou que “ainda temos uma séria participação na receita se ela fizer alguma coisa com [o álbum]”
A ordem tracklist foi diferente em 2008, começando com ” Para K, Pt. 2 ” e terminando com ” Mermaid Motel “.


LANA DEL REY


Lana Del Rey é o primeiro EP com uma grande gravadora, e segundo EP, que nunca foi lançado oficialmente por Lana Del Rey . Foi lançado em 20 de janeiro de 2012. O EP tem quatro faixas, tudo a partir de seu então novo álbum, Born to Die .

Após ter sido lançado somente no Canadá e Estados Unidos, Lana Del Rey conseguiu desempenhar-se na décima oitava no Canadian Albums Chart na edição de 21 de janeiro de 2012. Nos Estados Unidos, seu desempenho expandiu por quatro paradas. Na principal Billboard 200, o extended play alcançou a vigésima posição, enquanto no periódico digital obteve a sétima posição.Nas tabelas destinadas aos álbuns de rock e música alternativa, respectivamente, Rock Albuns e Alternative Albums, posicionou-se na sexta colocação.


BORN TO DIE 


Born to Die é o segundo álbum de estúdio de Lana Del Rey. O seu lançamento ocorreu em 27 de janeiro de 2012 na Alemanha e na Irlanda e no dia 31 do mesmo mês nos Estados Unidos, através das editoras discográficas Interscope, Polydor e Stranger Records.
Oficializando-se como o responsável por inserir Del Rey no cenário musical internacional, Born to Die foi concebido ao longo de 2010 e 2011, após a cantora fechar o contrato com uma grande editora, e teve as suas gravações concluídas depois que o seu primeiro single, “Video Games”, tornou-se um êxito viral na Internet, o que causou um burburinho entre os meios de comunicação em relação à, até então, desconhecida cantora.
Comercialmente, contudo, Born to Die mostrou ser bem recebido universalmente. Culminou os mercados musicais de catorze países e debutou na segunda posição da Billboard 200, dos Estados Unidos, enquanto que alcançou o terceiro posto no Canadá. Mas foi no continente europeu onde ele obteve seu maior êxito, tendo sido certificado com platina em dezesseis nações e atingido a primeira posição nas tabelas musicais de países como a Áustria, a Alemanha, a França e a Suíça em sua semana de estreia. No Reino Unido, o material repetiu o feito com vendas iniciais de 117 mil cópias, tornando-se o mais rapidamente comprado de 2012. Além disso, Born to Die também atingiu o topo na Austrália e ficou entre os dez primeiros colados em outras treze nações. O álbum chegou ao fim de 2012 com mais de 4.4 milhões de cópias distribuídas pelo mundo e foi o quinto mais vendido do ano. Até 2014, o disco havia vendido mais de sete milhões de cópias em todo o globo.
Born to Die possui doze faixas em sua edição padrão e quinze na sua edição deluxe. Uma reedição especial do disco foi lançada mundialmente em novembro de 2012. Esta versão contém, além das faixas da edição original, as três canções da versão deluxe e um CD bônus com outras oito escritas por Del Rey. Simultaneamente, foi lançado o (EP) Paradise, que contém apenas as oito faixas da reedição do álbum, inclusive os singles “Blue Velvet”, “Ride” e “Burning Desire”, este último disponível apenas como bônus do EP na iTunes Store.[30][180] Algumas das canções da reedição do CD, nomeadamente “Body Electric”, “Gods & Monsters” e “Bel Air”, foram, posteriormente, compiladas em um EP single intitulado Tropico e também foram utilizadas no curta-metragem homônimo, ambos lançados em dezembro de 2013.


PARADISE


Paradise é o terceiro (EP) de Lana Del Rey. Inicialmente previsto para ser comercializado apenas como uma reedição do segundo álbum de estúdio da artista, Born to Die (2012), o material acabou por ser editado de forma independente e enviado às lojas simultaneamente àquela em 9 de novembro de 2012 na Austrália e no dia 13 do mesmo mês nos Estados Unidos, através das gravadoras Interscope e Polydor Records. Composto pelas faixas que fazem parte da reedição, o disco reflete-se ao amor e aos lados positivo e negativo da fama experimentados, por Del Rey em meio à repercussão que causara na indústria da música entre 2011 e 2012.
O seu single inicial, “Blue Velvet”, um cover do grupo The Clovers, de 1954, atingiu um desempenho fraco. O segundo, “Ride”, porém, foi aclamado pela crítica e obteve um sucesso moderado nas tabelas musicais de países como a Suíça, a Irlanda e a França. “Burning Desire” foi extraída como a última música de trabalho do EP, estando inclusa somente em sua edição da iTunes Store. Para ajudar a divulgação do material, a cantora lançou Tropico, um curta-metragem estreado pela própria e dirigido por Anthony Mandler, que apresenta as canções “Body Electric”, “Gods & Monsters” e “Bel Air”, e posteriormente um EP single homônimo, que reúne aquelas canções e ainda a própria gravação.


ULTRAVIOLENCE


Ultraviolence é o terceiro álbum de estúdio de Lana Del Rey. O seu lançamento ocorreu em 13 de junho de 2014, através das gravadoras Interscope e Polydor Records. Apesar de ter cogitado a possibilidade de não gravar um novo CD pouco após o lançamento de seu segundo disco de originais, Born to Die, em 2012, Del Rey começou a escrever músicas para Ultraviolence no ano de 2013, ao lado de seu ex-namorado Barrie O’Neill. A cantora prosseguiu com a produção do disco em inícios de 2014, ano em que conheceu Dan Auerbach, vocalista do The Black Keys, com o qual iniciou uma relação de trabalho que resultou na renovação do material que a cantora julgava ter concluído. Embora tenha contado com o auxílio de Greg Kurstin, Rick Nowels, entre outros, Auerbach foi responsável pela maior parte da produção musical de suas canções, que derivam em sua maior parte de estilos desert rock, rock psicodélico e soft rock, mas também apresentam influências do rock independente, presente em Born to Die, e de jazz fusion, e possuem o trabalho de instrumentos musicais variados, como guitarra elétrica, violão de doze cordas, bateria e mellotron.
Considerado um dos álbuns mais esperados de 2014. Ultraviolence ficou disponível nos formatos de CD e download digital em duas edições, uma padrão e outra deluxe, trazendo três faixas bônus nesta última. Foi inicialmente distribuído em 13 de junho de 2014 na Alemanha, na Áustria e na Suíça pela Universal Music, seguido de um lançamento no Reino Unido três dias depois pela Polydor Records. Nos Estados Unidos, no Canadá e na Espanha, foi lançado pela Interscope no dia 17 do mesmo mês, sendo enviado às lojas no Japão somente um dia mais tarde.
Ultraviolence possui onze faixas em sua edição padrão e catorze na sua edição deluxe.Na loja on-line iTunes Store, esta última contém uma faixa bônus intitulada “Is This Happiness”,sendo que no Japão a versão deluxe da iTunes contém ainda a faixa “Flipside” como bônus.Também foi disponibilizado no formato box set, que contém um CD com as faixas do alinhamento oficial e as versão deluxe, dois discos de vinil e uma caixa especial com o título do álbum impresso em papel alumínio preto, além de quatro fotos de arte doze por doze.


HONEYMOON


Honeymoon é o quarto álbum de estúdio de Lana Del Rey. O seu lançamento ocorreu em 18 de setembro de 2015 sob a distribuição da gravadora Universal Music e afiliadas. As canções do CD começaram a ser concebidas em meados de 2014, pouco após a liberação do terceiro disco de originais da artista, Ultraviolence. Inicialmente, a cantora pretendia lançar uma reedição de seu último trabalho, mas editou-o como um novo disco depois de escrever grande parte do material até ao início de 2015. Neste trabalho, a musicista possui maior participação em seu processo criativo, produzindo-o inteiramente com o auxílio de Kieron Menzies e Rick Nowels. Honeymoon foi gravado nos estúdios Electric Lady Studios, em Nova Iorque, e The Green Building, na Califórnia, entre dezembro de 2014 e os meses inciais de 2015. 
Considerado um dos mais aguardados de 2015, o disco foi recebido com análises predominantemente positivas pelos críticos musicais, que elogiaram o seu conteúdo musical eclético e enfatizaram a sua natureza lírica por exibir um artista “natural” e “autêntico”, e descreveram-no como o melhor da carreira de Del Rey.
Comercialmente, obteve resultados positivos, mas extremamente inferiores aos lançamentos anteriores da cantora em razão da ausência de divulgação nos meios de comunicação para além das mídias sociais. Apesar de estrear em primeiro lugar nas tabelas musicais da Irlanda e Austrália, por exemplo, tornou-se o primeiro disco da artista a não registrar o feito em territórios britânico e escocês. Nos Estados Unidos, estreou na vice-liderança da Billboard 200, com mais de 116 mil unidades distribuídas, estabelecendo a segunda melhor semana de vendas de Del Rey em território americano, e conquistou a liderança da Alternative Albums. Também conquistou uma colocação entre os dez mais bem-sucedidos em várias outras nações em sua primeira semana de vendas e comercializou, até ao início de 2016, mais de seiscentos mil exemplares em âmbito global.
Apesar de não se ter apresentado em programas televisivos nem ter realizado uma excursão promocional para o disco nas semanas que precederam o seu lançamento, a artista promoveu-o com o lançamento de alguns singles: o primeiro deles, “High by the Beach”, foi lançado em 10 de agosto e recebeu aclamação dos críticos musicais. Comercialmente, no entanto, não obteve o mesmo reconhecimento. Posteriormente, foram disponibilizados como singles promocionais as faixas homônima e “Terrence Loves You”, ambos bem-recebidos pelos críticos contemporâneos, mas verdadeiros fracassos comerciais. “Music to Watch Boys to” foi lançado como o segundo single do disco no dia 11 de setembro e, embora elogiado pelos especialistas, não obteve êxito comercial. “Freak”, a terceira faixa de trabalho, foi lançada em 9 de fevereiro de 2016 e teve o mesmo desfecho de seus antecessores. Ao longo segundo semestre de 2016, Del Rey realizou uma excursão por festivais nos continentes europeu e americano. Até à data, o seu último concerto foi realizado em novembro.
Todas as canções foram escritas por Del Rey e Rick Nowels, sendo que “High by the Beach” contou com o auxílio de Kieron Menzies. As outras exceções são “Don’t Let Me Be Misunderstood”, composta por Bennie Benjamin, Gloria Caldwell e Sol Marcus e originalmente interpretada por Nina Simone, em 1964; e “Burnt Norton”, que trata-se de um poema escrito por T. S. Eliot. A produção de todas as faixas ficou responsável por Del Rey, Nowels e Menzies.


quinta-feira, 20 de julho de 2017

DISCOGRAFIA LINKIN PARK

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Criado pelos amigos Mike Shinoda e Brad Delson, o Linkin Park é uma banda de rock da Califórnia, Estados Unidos. Criada em 1996, a banda ficou famosa em 2000 pela mistura de hip-hop, música eletrônica e guitarras pesadas. Atualmente também fazem parte da banda Chester Bennington (vocal e guitarra), Phoenix (baixo), Rob Bourdon (bateria) e Joe Hahn (DJ).
No começo da carreira a banda chamava-se Xero, mas quando Chester assumiu o vocal da banda, eles optaram pelo nome "Hybrid Theory". A entrada do cantor na banda foi fundamental para que eles desenvolvessem um estilo próprio, abrindo portas para o início da carreira profissional. Porém por questões judiciais, eles tiveram que optar por outro nome e inspirados em um bairro periférico da Califórnia, surgiu o nome "Linkin Park".
Os garotos sabiam do potencial da banda, e queriam se tornar profissionais. Eles ensaiavam com frequencia e gravaram um álbum demo para dar o start na carreira. Através de muito trabalho e vários CDs enviados para diferentes gravadoras, eles conseguiram um contrato com a Warner Music.


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No ano de 2000, o Linkin Park lançava seu primeiro álbum oficial. O título não poderia ser outro ,"Hybrid Theory", uma forma de utilizar o nome que eles optaram originalmente. Várias músicas desse álbum obtiveram sucesso nos EUA, porém foi com "In the End" que eles projetaram a banda internacionalmente. Em 2002 Linkin Park se tornava a banda preferida de jovens do planeta inteiro.
Nessa época quando eles já eram um fenômeno de venda, foi anunciado o segundo álbum, que seria lançado no ano seguinte. Com músicas inéditas, "Meteora" vendeu incríveis 800 mil cópias na sua semana de estréia. Alguns singles como o famosíssimo "Breakin the Habit" conseguiram alcançar o primeiro lugar da Billboard.
Famosos pela boa mistura de hip hop com rock, em 2004, eles uniram-se ao rapper Jay-Z para lançar "Collision Course". Essa parceria com Jay-Z gerou clipes e uma turnê de sucesso. Porém problemas com a gravadora Warner Music atrasaram lançamento do terceiro álbum de estúdio da banda, lançado só em 2007. "Minutes to Midnight" rendeu a banda novamente ao topo da Billboard e uma participação na trilha sonora do filme "Transformers".
O próximo álbum do Linkin Park será lançado em 14 de Setembro de 2010 com o nome de "A Thousand Suns". E os brasileiros podem contar com um show da banda, eles confirmaram a presença no festival SWU em Outubro.


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Discografia Completa



Linkin Park 1997 

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Xero [Demo] 1999

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Hybrid Theory [EP] 2000 

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Hybrid Theory [Versão Japonesa] 2002 

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Reanimation 2003  Live In Texas 2003 

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Meteora 2004  Collision Course [EP] 2007 

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Minutes To Midnight [Edição do Tour] 2008  Road To Revolution Live At Milton 

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Keynes 2010 

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A Thousand Suns [Edição Deluxe] 2012

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Living Things [Edição Japonesa]